Ola meninas o assunto de hoje é filhos adolescentes
Bom uma amiga me sugeriu que eu colocasse esse assunto já que tenho filhos adolescentes
Bom filhos em si já assusta muitas né ainda mais adolescentes
mais vamos lá
Meus dois filhos adolescentes não me dão trabalho acho que
isso vem de pequeno mesmo
sempre dei muito amor a eles , sempre fui uma mãe dedicada meus filhos são tudo pra mim ai foi fácil segui meus instintos de mãe e é claro me inspirei em minha mãe pois sempre foi
uma mãe exemplar pra mim e meus irmãos e como diz o ditado geralmente os filho são
o espelho dos pais faz sentido isso pois pareço bastante com minha mãe nesse
sentindo ela é uma mãe maravilhosa mesmo .
Bom eu sempre criei meus filhos debaixo dos meus olhos dei a
liberdade necessárias a eles
Impondo responsabilidade e sempre mostrando o certo e o errado nunca
dei moleza pra eles sou amorosa e durona quando necessário , tenho 4 filhos dois
adolescentes um com 15 e o outro com 13 não
é fácil não mais também não é bicho de sete cabeças não !!!
São meninos caseiros obedientes e sabem respeitas o próximo ,brigam entre si por uma coisa e outra
mais nada de mais ,acho que amor a educação
e o respeito é o fato mais importante nisso tudo pois crianças criadas com amor
respeito educação e muito carinho também claro tem tudo pra ser um ser humano
decente , tenho me dedicado a isso, eu poderia ficar aqui falando muito sobre
isso pois tenho orgulho dos meus filhos da mãe que tenho sido pra eles e tenho
certeza que eles se orgulham de mim também !!!
Como se comunicar com seu filho adolescente
O DESAFIO
Quando era criança, seu filho contava tudo para
você. Agora que é adolescente, ele não conta nada. Quando você tenta
conversar, ele dá respostas curtas ou então começa uma discussão que
transforma seu lar num campo de batalha.
Mas você pode aprender a conversar com seu filho. Primeiro, porém, veja dois fatores que podem contribuir para esse desafio.
POR QUE ACONTECE
Desejo de independência. Para se
tornar um adulto responsável, seu filho precisa, por assim dizer, passar
aos poucos do banco do passageiro para o do motorista e aprender a
dirigir pelos caminhos tortuosos da vida. É claro que alguns
adolescentes querem mais liberdade do que deveriam ter; por outro lado,
alguns pais dão menos liberdade do que seus filhos poderiam ter. Isso
pode resultar num cabo de guerra, causando muito estresse para os pais e para os filhos. “Meus pais tentam controlar cada detalhe da minha vida”, reclama Brad, * de 16 anos. “Se eles não me derem mais liberdade até os 18 anos, vou sair de casa!”
Pensamento abstrato. Os
adolescentes não pensam como as crianças. Para as crianças, tudo é preto
ou branco. Já os adolescentes começam a enxergar tons cinzas. Esse é um
aspecto importante do pensamento abstrato e ajuda os adolescentes a
desenvolver bom critério. Por exemplo, para uma criança, o conceito de
justiça é simples: ‘Mamãe partiu um biscoito e deu metade para mim,
metade para meu irmão.’ Nesse caso, justiça se resume a uma fórmula
matemática. Mas, para os adolescentes, esse conceito não é tão simples
assim. Afinal, tratar um assunto com justiça nem sempre significa
tratá-lo com igualdade, e vice-versa. O pensamento abstrato ajuda seu
filho a tirar conclusões próprias sobre assuntos complexos. Mas isso tem
um lado negativo: as conclusões dele poderão ser contrárias às suas.
O QUE VOCÊ PODE FAZER
Tenha conversas descontraídas. Aproveite
os momentos em que seu filho está mais à vontade para conversar. Por
exemplo, alguns pais descobriram que os adolescentes se abrem mais
quando estão fazendo alguma tarefa doméstica ou andando de carro,
ocasiões em que estão lado a lado com os pais, não frente a frente com
eles.
Seja breve. Você não precisa
dar um longo sermão para cada problema. Diga o que precisa ser dito
. . . e pare por aí. Isso poderá surtir efeito mais tarde. Quando seu
filho estiver sozinho, ele terá condições de pensar melhor no que você
disse. Dê a ele a chance de fazer isso.
Ouça e seja flexível. Para ter
uma visão completa do problema, ouça com atenção — sem interromper.
Quando disser algo, seja razoável. Se você se apegar demais às regras,
seu filho se sentirá tentado a procurar brechas. “É aí que os filhos
começam a levar uma vida dupla. Eles dizem aos pais o que os pais querem
ouvir, mas fazem o que bem entendem quando estão longe deles”, alerta
Michael Riera num livro sobre comunicação com filhos adolescentes.
Fique calmo. “Quando
discordamos, minha mãe fica ofendida com cada coisa que eu digo”, diz
uma adolescente chamada Kari. “Isso só me irrita, e a conversa acaba
virando uma discussão.” Em vez de perder a cabeça, mostre que você
entende o lado do seu filho. Por exemplo, em vez de dizer “Isso não é nada!”, diga “Percebi que isso não está sendo nada fácil para você”.
Sempre que possível, dê orientação em vez de ordens. A habilidade
do seu filho de pensar de forma abstrata é como um músculo que precisa
ser exercitado. Então, quando ele tiver de tomar uma decisão, não faça o
“exercício” por ele. Ao conversar sobre o problema, deixe que ele
sugira algumas soluções. Depois, diga algo como: “Agora que você deu
algumas opções, pense nelas por um ou dois dias. Depois podemos
conversar sobre qual delas você prefere e por quê.”
A adolescência é um período complicado para pais e filhos. As relações ficam mais difíceis, as preocupações aumentam e é preciso administrar com calma essa fase cheia de experiências novas para os jovens. Para evitar o distanciamento, duas especialistas listam dez erros comuns, cometidos pelos pais, em relação aos adolescentes
.
1º ERRO: não entender que os filhos cresceram
As crianças são muito ligadas aos pais. Mas, na adolescência, há um afastamento natural, para que os filhos possam testar sua independência e autonomia. E isso não significa que os jovens não gostam mais de seus pais. A psicóloga Marina Vasconcellos explica que os adultos devem entender esse momento e dar mais liberdade (claro, com limites). “Não dá para permitir tudo, mas é um erro impedir que os adolescentes tenham experiências novas, afinal, eles cresceram e precisam disso para a construção da identidade.”
2º ERRO: minimizar as descobertas
Os pais costumam dizer aos filhos que sabem perfeitamente pelo que eles estão passando, pois já viveram tudo aquilo. E, portanto, acham que podem dizer qual é o melhor caminho. Marina diz que isso é um erro. “É preciso respeitar o momento do filho, sem impor seu modo de pensar. Por mais que tenhamos ideia de como é, agora é a vez deles”, diz a psicóloga. “É impossível impedir o sofrimento dos filhos. Todos têm tristezas e dificuldades. Os jovens também.”
3º ERRO: não saber como controlá-los
Os adolescentes se consideram maduros e não gostam de dar satisfações. Mas precisam. E o ideal é fazer com que isso aconteça naturalmente, sem a necessidade de cobrar explicações. De acordo com Marina, “se os adolescentes são tratados com respeito, geralmente, retribuem da mesma maneira”, diz ela. “Pais que julgam bloqueiam os filhos, que se fecham. Em uma relação saudável, as conversas fluem normalmente. Isso inclui falar sobre que estão passando, apresentar os amigos, compartilhar as experiências”. O conselho dela é dar espaço para que o filho se abra, sem que sinta medo de ser julgado. “Quebre o clima de tensão entre vocês com bom humor.”
- Não minimize as descobertas do seu filho sempre repetindo que já passou por tudo isso
A adolescência é uma fase de muitas cobranças. Os pais querem que os filhos tenham um bom futuro, estudem, tenham boas companhias, criem responsabilidade, não se envolvam com drogas... A sugestão de Marina é escolher a forma certa de cobrar. “Os pais devem ser afetuosos, senão não funciona. Não podem apenas cobrar. A cobrança precisa ser intercalada com carinho, diversão, momentos descontraídos e diálogos. Muita pressão cansa os dois lados: adolescentes e pais.”
5º ERRO: não saber dar liberdade
Podar demais não dá certo. “Deixe que o seu filho durma na casa dos amigos”, exemplifica Marina Vasconcellos. “Ligue para os pais do amigo, certifique-se de que é seguro e permita”. De acordo com a psicóloga, os pais têm dificuldade para saber qual é o momento certo de permitir que os filhos saiam à noite. “Aos 15 ou 16 anos, eles querem chegar mais tarde em casa. Querem ir para as baladas. Deixe-os ir, mas é importante ir buscá-los, para ver como saem dessa balada (se estão com os olhos vermelhos ou bêbados, por exemplo)”, recomenda a psicóloga. “Combine um horário condizente com a idade e a maturidade do seu filho.”
6º ERRO: demonstrar falta de confiança
Certificar-se de que o seu filho está em segurança é bem diferente de vigiá-lo. De acordo com a psicoterapeuta Cecília Zylberstajn, o filho pensa que, se o pai não confia nele, pode fazer o certo ou o errado, pois não fará diferença. “Investigar exageradamente não estimula a responsabilidade. Gera um clima de desconfiança –e as relações íntimas são baseadas na confiança”, alerta a especialista. “Diga para o seu filho que quer se assegurar de que ele estará bem e informe-se, mas não aja às escondidas.”
7º ERRO: desesperar-se nas crises
Os adolescentes dão trabalho. Mas é essencial agir com cautela. “As reações precisam ser proporcionais aos fatos”, diz Cecília. “Se o seu filho entrou em coma alcoólico é uma coisa, se chega cheirando a bebida é outra. Os pais devem hierarquizar a gravidade dos problemas”. De acordo com a psicóloga, ter uma reação desmedida (ou dar broncas muito frequentes) estimula o filho a mentir. “Para o adolescente, o problema é a bronca. Ele não pondera se suas atitudes podem ser perigosas. Por isso, converse com calma, para entender as razões que o levaram a fazer escolhas erradas. Descubra se é algo frequente e explique as consequências.”
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- Colocar defeito em todos os namorados dos seus filhos pode afastá-los de você. Cuidado!
Na adolescência, é comum os filhos terem vergonha dos pais. Tente compreender isso. Cecília explica que os pais são munidos de informações que podem envergonhar o filho diante dos amigos. Particularidades que só os pais sabem, mas que o jovem não quer que sejam reveladas. “Os adultos precisam evitar expor a intimidade dos filhos, pois, muitas vezes, o deixam constrangido. Evite, também, estender muito as conversas com os amigos dele. “Pai e mãe não são amigos. Pais que querem ser amigos não estão sendo bons pais”, alerta Cecília. “A relação precisa ser hierárquica. Isso não significa que tenha de ser ruim. A diferença é que, com amigos, temos relações de igual para igual. Entre pais e filhos não é assim”, diferencia a psicóloga. “Os pais podem ser bacanas, compreensivos, divertidos, mas são pais.”
9º ERRO: colocar seu filho em um altar
Pare de pensar que ninguém está à altura do seu filho. É comum os pais colocarem defeitos em todos os amigos e, principalmente, nos namorados que os adolescentes têm. Cecília lembra que o excesso de julgamento faz com que os filhos se fechem. “O resultado de tantas críticas é que os filhos passam a esconder namorados e amigos dos pais. Eles perdem a vontade de apresentar pessoas com quem convivem e começam a ficar mais na rua do que dentro de casa”, alerta.
10º ERRO: fazer chantagens
Ameaçar cortar a mesada, caso o filho não obedeça, é muito comum. Assim como dizer que, enquanto ele viver às suas custas, não poderá tomar certas atitudes. “Isso é uma chantagem e não educa”, resume Cecília. “Os pais devem explicar as razões que os levam a proibir determinados comportamentos. Com ameaças, o jovem apenas obedece para não perder um benefício”. A psicóloga diz, ainda, que, agindo assim, a relação entre pais e filhos fica muito rasa. “É como beber e dirigir: quem não faz, pois sabe que é perigoso para si e para as outras pessoas, compreende o problema. Quem deixa de fazer apenas por medo da multa, não entende os riscos”, exemplifica.







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